quinta-feira, 9 de julho de 2015

Quis ser rei 
Virei escravo seu 
 Eu sei Perdido entre dois mundos 
Sou Invenção do seu amor 
 Já passei Da fase de dizer Não vou 
Desgovernado agora Sou 
Refém do seu amor 
 Cada um sabe a dimensão do seu inferno 
E o céu, tão almejado, quão está distante 
A tristeza, que carrega n'alma, nunca externa 
E a alegria, é falsa luz, no seu semblante
Se, por um momento, a coragem lhe inundasse 
E a vontade de alforriar não contivesse
Quem, de vera, solveria o próprio Impasse? 
Exporia a própria alma numa quermesse? 
Qual de vós não tem um rancor Guardado?
Quem, entre todos não esconde uma Cicatriz? E nunca fez do medo a desculpa para um fim? Quem nessa vida já expiou os seus Pecados Vá na varanda e grite ao mundo que é Feliz 
Junte as pedras do fracasso e atire em Mim 
Cada um sabe a dimensão do seu inferno 
E o céu, tão almejado, quão está distante. 
A tristeza, presa n'alma, um Breu Eterno. 

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