terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Capitulo 10 Águas claras: O sustento da vida criativa

Aprender a viajar com a onda em vez de nos afogarmos nela.
Abaixo dos grandes volumes de água é onde a vida tem origem. Por trás dos nossos atos cotidianos: ler, desenhar. escrever, pintar, cozinhar, pensar, etc, nosso rio da vida é alimentado. Quando em contato com algo nefasto, destrutivo: pressões culturais, complexos negativos, excessos de todos os tipos, fadiga, medo do fracasso, envenenamento da psique, tudo isso inibe o fluxo normal do rio, vai poluindo e matando-o ao poucos. A mulher vivencia uma sensação de definhamento, envenenamento de tudo que é novo, de tudo que tem potencial, perda de vitalidade.
Nos vemos perturbadas por casos de amor sem futuro, excesso de trabalho, falta de organização mental, sensação de incompletude, além das desculpas de todos os tipos que tomam mais ainda seu tempo com falsas promessas e ilusões. 
O rio da vida tão poluído está que nada novo pode nascer para a vida. Quando nos damos conta disso a tempo, é o momento de drenar o rio à procura da nossa alma criativa perdida. Seja sensível, seja selvagem, comece. Não é o fracasso que nos detém, mas é a relutância em recomeçar que nos faz estagnar. Proteja seu tempo, somos só nós mesmas, proteja sua vida criativa. Existem muitas formas de perder o rumo, perder o foco de atenção, mas cabe a nós tomarmos as rédeas das nossas vidas