terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Capitulo 10 Águas claras: O sustento da vida criativa

Aprender a viajar com a onda em vez de nos afogarmos nela.
Abaixo dos grandes volumes de água é onde a vida tem origem. Por trás dos nossos atos cotidianos: ler, desenhar. escrever, pintar, cozinhar, pensar, etc, nosso rio da vida é alimentado. Quando em contato com algo nefasto, destrutivo: pressões culturais, complexos negativos, excessos de todos os tipos, fadiga, medo do fracasso, envenenamento da psique, tudo isso inibe o fluxo normal do rio, vai poluindo e matando-o ao poucos. A mulher vivencia uma sensação de definhamento, envenenamento de tudo que é novo, de tudo que tem potencial, perda de vitalidade.
Nos vemos perturbadas por casos de amor sem futuro, excesso de trabalho, falta de organização mental, sensação de incompletude, além das desculpas de todos os tipos que tomam mais ainda seu tempo com falsas promessas e ilusões. 
O rio da vida tão poluído está que nada novo pode nascer para a vida. Quando nos damos conta disso a tempo, é o momento de drenar o rio à procura da nossa alma criativa perdida. Seja sensível, seja selvagem, comece. Não é o fracasso que nos detém, mas é a relutância em recomeçar que nos faz estagnar. Proteja seu tempo, somos só nós mesmas, proteja sua vida criativa. Existem muitas formas de perder o rumo, perder o foco de atenção, mas cabe a nós tomarmos as rédeas das nossas vidas

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Baseado no livro Luxúria




Sexo racionalizado
Sociedade castradora
Até o mais selvagem e institivo que havia em nós foi podado.
Sexo, somente com amor.
Isso e aquilo, pode, o resto é loucura.
Inconcebível.
Uma pena perceber que demora para se aprender a viver a sexualidade sem tantos dramas.
Muitos não chegam a perceber isso. Morrem em suas gaiolas achando tudo lindo.
A vida devia ter um "plus" na primeira a gente viria para aprender, na segunda a gente viria para praticar o aprendido. Não temos todo esse tempo. Daqui que aprendamos a nos regenerar e resignificar tudo o que foi nos colocado guela a baixo, rótulos, convenções, estamos já velhas e muitas vezes sem coragem para tanto. 
Mas descontruir a vida é necessário, sempre.
A mulher do livro veio ao mundo para a sacanagem. Viveu unica e exclusivamente para dar vazão a ela. Haja disposição e fogo para cumprir todos os tipos de perversões.
A liberdade com que ela lida com a propria sexualidade, sem dogmas sociais, chega a ser fascinante.
Na sexualidade nada é rígido, determinado, imutável. Todo mundo é tudo em menor ou maior grau, o resto é medo e limite que cada um se dá.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014



Baseado no capitulo 9 de Mulheres que correm com Lobos.


Me deixei ser usada, Me deixei abusar.
Na forma sempre boa de ser,
deixei que me rotulassem, me deformei.
Me doei até certo ponto.
Acreditei muito.
Porque mentimos tanto?
Pretendemos ser o que não somos.
Perco a noção do que eu sou.
Eu não sei mentir direito.
Não sei o que falo ou faço.
Respiro finjo que ta tudo bem.
Mas não me reconheço. 
Não sei quem sou.
Sou eu tentando desempenhar um bom papel.

quinta-feira, 5 de junho de 2014


Apegada a necessidade de ter controle sobre minha emoção.
Sempre contida, por dentro o turbilhão.
A alma a queimar de vontades, devora-me a percepção e juízo.
Vontade de perder o controle só pra ver como seria.
Perder a razão somente uma vez ou até que se torne hábito?
Somente uma vez?
O que será que eu faria se pudesse exercitar a ausência de controle?
Sair da zona de conforto do imaginável.
Iria do abominável ao sublime.
Morreria de amor e ódio em segundos
Viveria intensamente. (?)

sábado, 31 de maio de 2014

MORTE

Por mais que se tente, não estamos preparados para a morrer.
A morte em seus mais diversos momentos: a física, sentimental, ideal...
É sempre ruim, dolorosa, sofrida.
Bom seria se não fosse assim,
A morte não significaria o fim e sim a oportunidade de transcender.
Seria como um novo renascer, seres especiais que somos.
Mais fácil seria viver encarando-a como um novo recomeço.
 

quarta-feira, 28 de maio de 2014


VIDA 

A VIDA COM PAIXÃO É VIVA.
A VIDA ROTINEIRA É MORTE.
QUANDO TUDO MORRE E NÃO SABEMOS MAIS SE AINDA HÁ AMOR.
QUANDO SOBRA TUDO, MENOS PAIXÃO.
É VIDA OU MORTE?
SOBRA TUDO MENOS AMOR.
FALTA TUDO MENOS PAIXÃO.
QUANDO SOBRA FALTA?
TUDO DEMAIS É SOBRA!


Vamos começar os trabalhos?
Demorou, mas começarei a postar as poesias, leituras, inspirações que nos cerca a cada encontro.
Cada vez mais o Clube de Leitura se fortalece e nos conecta ao prazer de compartilhar momentos de ludicidade, risadaria e cumplicidade.
Nos encaminhamos ao 3º ano do nosso Clube.
Felicidade a nós e que a leitura sempre nos una e nos proporcione momentos cada vez mais únicos.

;)