quinta-feira, 5 de junho de 2014


Apegada a necessidade de ter controle sobre minha emoção.
Sempre contida, por dentro o turbilhão.
A alma a queimar de vontades, devora-me a percepção e juízo.
Vontade de perder o controle só pra ver como seria.
Perder a razão somente uma vez ou até que se torne hábito?
Somente uma vez?
O que será que eu faria se pudesse exercitar a ausência de controle?
Sair da zona de conforto do imaginável.
Iria do abominável ao sublime.
Morreria de amor e ódio em segundos
Viveria intensamente. (?)

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